Combatendo o câncer ao lado da família

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Combatendo o câncer ao lado da família

O câncer é uma doença mal-atendida por falta de leitos. A afirmação é do Dr. Benjamim Carneiro Rodrigues, 60 anos, médico radiologista que trabalha no hospital do Câncer em São Paulo. Há duas razões para essa conclusão: são poucos os hospitais que atendem essa patologia e a demanda é muito grande.

Na realidade, a cidade recebe pacientes de vários outros Estados do Brasil, o que compromete o atendimento. Pacientes em fase terminal ou em recuperação podem ser atendidos em domicílio com a supervisão de uma equipe médica do Hospital do Câncer. Mas esse serviço não está disponível para pacientes mantidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), só para conveniados e particulares.

A liberação do leito talvez seja uma das maiores vantagens nesse procedimento, pois o paciente só vai ao hospital quando extremamente necessário. Todo o atendimento é padronizado, acompanhando as necessidades de cada doente. Na maioria dos casos, segundo o Dr. Rodrigues, o tempo de recuperação em casa é menor do que no hospital.

Apesar de ser um sistema novo – funciona há um ano e meio -, ele vem atendendo uma média de dez pacientes por mês, com uma redução de custo em torno de 30% a 60%. O médico André Minchillo, responsável pelo serviço garante que este atendimento médico domiciliar está em fase de expansão.

Levamos em conta a questão psicológica do paciente, que sem dúvida pode se recuperar melhor ao lado da família“.

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